terça-feira, 24 de fevereiro de 2009

Minha identidade afro-sambista!



Samba:

Apaga o fogo, Mané! de Adoniran Barbosa

A Inês saiu dizendo que ia comprá um pavio pro lampião

Pode me esperá, Mané eu ja volto já
Acendi o fogão botei água pra esquentá e sai no portão só pra ver a Inês chegar
Anoiteceu e ela não voltou, fui pra a rua feito um louco pra saber o que aconteceu
Procurei na Central, procurei no Hospital e no xadrez

Andei a cidade inteira, mas não encotrei Inês, voltei pra casa, triste demais

O que a Inês fez não se faz

E no chão bem perto do fogão

Encontrei um papel escrito assim
Pode apagar o fogo, Mané, eu não volto mais.
Pode apagar o fogo, Mané, eu não volto mais.

domingo, 22 de fevereiro de 2009

Brincadeira de Carnaval

Esta é minha fantasia de identidade afro.

É o meu sonho de cabelo.

Esta identidade vai fazer parte da minha vida.

O milagre do cabelo.

Até uma peruca pode trazer um pouco mais de alegria.

Eu queria inventar uma alegria.

Minha horta e a compostagem

A horta da casa azul é um início de um projeto de teatro sustentável.

A casa já tem quatro biodigestores, uma pequena plantação de couve, 3 pés de feijão, alguns de abóbora, 03 de quiabo, tomate a vontade e mamão.

Qualidade de vida com sustentabilidade.

O feijão já está produzindo, resultaram em 03 almoços, ou seja, 07 vagens é uma porção de feijão que dá pra uma pessoa comer.

domingo, 1 de fevereiro de 2009

Série: Depoimentos

Vamos a uma apresentação:

Eu sou trezentos e sessenta e cinco. (1)

Não cheguei a um inteiro, nem a uma metade.

Mas, nesta altura da vida só tenho uma certeza, amar é a unica coisa que verdadeiramente tem importancia porém, é preciso saber o que se ama, o amor não pode ser difuso, há de ter uma claridade para ter substância.

A reciprocidade essa parte do amor pode ser, ou pode não existir.

Fica fora do domínio da capacidade do amor.

O amor é indepedente.

Você ama e pronto.

Ficar só pra mim me deixa desamparada, atravessada pela vida.

Dos conhecimentos que adquiri neste percurso são valiosos, me possibilitam algum poder disto não posso negar.

Mas não servem para nada quando a vida fica um elevador escuro que sobe e desce.

Só o amor salva.... é quase religioso... lava a alma.

É o que posso dizer de de mim.

Ismine Lima



(1) Estou parafraseando Mario de Andrade.